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Rede de Bicicletas Elétricas Partilhadas

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Introdução

A proposta de implementação de um sistema de bicicletas elétricas partilhadas no Município da Guarda surge da necessidade de optar por uma mobilidade mais sustentável e de tornar a Guarda numa cidade mais dinâmica, atrativa e interessante. Em 2018, existiam 23 municípios em Portugal que implementaram este sistema de bicicletas partilhadas e onde se têm observado muitos benefícios no que diz respeito às áreas de mobilidade, saúde e ambiente.

Este tipo de sistema de bicicletas elétricas iria aumentar e melhorar as opções de mobilidade dos cidadãos, uma vez que, teriam ao seu dispor mais um meio de transporte e também, iria funcionar como um complemento aos transportes públicos dado que estes não chegam a todos os locais da cidade. Por outro lado, uma maior utilização de bicicletas elétricas em substituição do automóvel seria uma prática muito amiga do ambiente, uma vez que haveria uma diminuição dos gases com efeito de estufa.

 Desta forma, a implementação do sistema de bicicletas elétricas seria uma mais-valia para todos os cidadãos da Guarda, uma vez que, teriam mais opções de mobilidade e, ao mesmo tempo, estariam a contribuir para o desenvolvimento de práticas que pretendem a proteção e conservação do meio ambiente.

Enquadramento Geral

Sustentabilidade Ambiental

A Guarda é conhecida há muitos anos pela qualidade do ar que nesta cidade se respira, e não é por acaso que durante anos foi a cidade predileta de muitos doentes com problemas respiratórios. Os baixos níveis de poluição e a classificação constante de “Muito Bom” no que se refere à qualidade do ar, segundo a Agência Portuguesa do Ambiente, são um dos muitos motivos pelos quais os Guardenses se podem orgulhar. 

Contudo, é do conhecimento geral os inúmeros avisos que a comunidade tem feito há muitas décadas relativos aos recorrentes aumentos dos níveis de poluição e consequente aumento do aquecimento global. 

Desta forma, é obrigação de toda a sociedade ser responsável na utilização dos recursos naturais que temos à disposição para idealmente garantirmos um nível de qualidade de vida igual ou superior para as gerações vindouras.

Caracterização física e da mobilidade da cidade 

A cidade situa-se no extremo nordeste da serra da Estrela, é capital de distrito e tem cerca de 40 mil habitantes. Caracteriza-se também por ser uma cidade de declives acentuados que dificulta a locomoção motora.

No que se refere à mobilidade dos habitantes desta cidade concluímos que são utilizados dois meios de transportes tradicionalmente. Os veículos motores privados e os transportes públicos urbanos. Ambas as soluções são consumidoras, na sua maioria, de combustíveis fósseis altamente poluidores e que prejudicam o meio ambiente e a qualidade do ar da cidade. 

Relativamente ao sistema de transportes públicos urbanos, da análise empírica realizada, concluímos que o sistema de transportes públicos é utilizado maioritariamente por jovens do ensino básico e secundário que vivem na estação e  que se deslocam para as escolas secundárias. Esta é também, das rotas disponibilizadas, aquela que está mais otimizada o que permite o nível de adesão referido. No entanto, apesar dos habitantes da cidade da Guarda terem à sua disposição este sistema de transportes públicos urbanos, a maioria ainda utiliza os seus veículos privados para todas as deslocações uma vez que as rotas atuais não abrangem com a afluência necessária todas as zonas da cidade da Guarda. 

Benefícios do sistema partilhado de bicicletas elétricas para a cidade

O sistema partilhado de bicicletas elétricas consiste na criação de diversas estações localizadas em pontos estratégicos da cidade da Guarda.

Plano de Execução

O objetivo desta candidatura é ser o mais transversal possível, abrangendo maior número de utilizadores nas mais variadas zonas da cidade da Guarda.

Disto isto acreditamos que a rede de bicicletas elétricas partilhadas deveria ser composta por diversos postos de estacionamento de bicicletas, que dessem respostas às diferentes necessidades de mobilidade dos cidadãos.

Através da utilização de uma app para telemóvel (por norma, disponibilizada pelo fabricante das bicicletas), o utilizador poderia desbloquear a bicicleta para seu usufruto. No final da viagem, esta seria novamente estacionada no posto e disponível para outro cidadão.O custo associado seria baixo, por forma a ser acessível a todos.

Na nossa proposta, sugerimos idealmente 6 localizações para os postos de estacionamento que acreditamos que seriam fundamentais. No entanto, achamos que um maior número de postos aumentaria a efetividade da medida e adesão da generalidade da população.

  • IPG (para alunos, funcionários e professores do IPG)
  • Parque Urbano do Rio Diz (maior zona verde da cidade)
  • Central de Camionagem (zona intermodal de transportes e para alunos da escola da Sé)
  • Estação de Comboios (zona intermodal de transportes)
  • Jardim José de Lemos (zona central da cidade)
  • Póvoa do Mileu (bairro numa zona central)

Conclusão

Apresentamos esta proposta alinhada com a visão futurista da cidade da Guarda, na sua aposta de revitalização e desenvolvimento através da candidatura a Capital Europeia da Cultura 2027. Para verdadeiramente criar condições para o desenvolvimento artístico e cultural, social, económico e sustentável, é imperativo criar uma forma de mobilidade eco-friendly e alternativa.

A verdadeira definição de inovação, passa por criar algo novo. Neste sentido, a proposta que apresentamos é verdadeiramente inovadora, não pela infraestrutura que pretendemos que seja implementada, mas sim pela nova opção de mobilidade que ficará à disposição de todos os Guardenses. É uma ideia pensada para todos os que ambicionam desfrutar mais intensamente da nossa cidade. Por um futuro mais verde e mais inclusivo.

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